Escolhemos o caminho da luta ao da conciliação (vladimir llyitch uliánov lenin)

domingo, 26 de outubro de 2014

DO OUTUBRO VERMELHO AO OUTUBRO ROSA

O feminismo tergiversa a história
Na linha tênue do horizonte da história,
Brota uma semente, ao som da lira de Orpheus;
Regas então a rubra flor perfumada,
P’ra ressurreição do outubro teu!"

A TERGIVERSAÇÃO DA HISTÓRIA

O modismo é um comportamento danoso para a luta de classes, enquanto tática, da estratégia revolucionária. Ele é o elo transmissor de ideias tergiversadas oriundas do pensamento ideológico corrompido. 

Dentre os muitos comportamentos modistas, nascido do útero da pequena burguesia oportunista, está o OUTUBRO ROSA; que se alimenta no seio do movimento feminista.

Eu não pretendo formar outra crítica além da que já fiz neste blog, no passado. O leitor curioso poderá acessar o documento, caso esteja interessado em ler. Desta vez estou registrando uma manifestação poética, para relembrar a importância de manter viva a lembrança da revolução Bolchevique, na Rússia, em outubro de mil novecentos e dezessete; sob o comando de Lênin.

OUTUBRO VERMELHO

Lembro no jardim da saudade
A flor vermelha que robusta crescia,
Lembro-me do rouxinol, que com o vento da historia;
Suave, sua asa batia!

O sol que banhava de luz
Da flor vermelha desabrochando,
Do orvalho que regava a rica terra,
Do doce mel da vinha brotando!

Ai! lembranças de minha saudade.
Ai! Saudades da minha lembrança.
Quando ao lado do pai proletário,
Eu brincava enquanto criança!

 Colhia no jardim a rosa,
E o fruto  do pomar.
Ai! saudosa pátria mãe,
Dos produtores do mundo
Que te lembram a chorar!

A mãe que tão bondosa acalentava,
O rebento que de leite nutria.
Ai! balanço do berço de saudade.
Do aconchego da pele quente,
Da liberdade que vivia!

Porem tu, alma dorida. Porque choras?
Perolas amargas brotam do pranto teu.
Que se rompam os grilhões que te prendem,
Que renasçam tuas forças. Saudoso filho meu!

Ergue-te rebento choroso, 
Pois que na terra fria tua mãe não adormece.
Ela vive no solo fértil do seu peito,
Pois uma mãe, o filho nunca esquece! 

Na linha tênue do horizonte da história,
Brota uma semente, ao som da lira de Orpheus;
Regas então a rubra flor perfumada,
P’ra ressurreição do outubro teu!