Escolhemos o caminho da luta ao da conciliação (vladimir llyitch uliánov lenin)

domingo, 7 de abril de 2013

COREIA DO NORTE E A IMPRENSA

Presidente Americano Truman usa
armas bacteriológicas contra civis Coreanos
TEGERVISANDO A INFORMAÇÃO  

  É muito comum ver nas redes sociais, jovens postando criticas à Coréia do Norte. Chamar o seu presidente kim jong-un de ditador, tirano, e outros adjetivos perniciosos, sem nem mesmo conhecer a historia do pais, seu passado e sua cultura. São comentários difundidos com base apenas na alienação midiática, promovida pela imprensa burguesa, que aliás, é bem paga para isso.
  Imagine um povo que foi escravizado pelo império Japonês, e viu seus recursos naturais serem saqueados. Sua mão de obra levada à serviços forçados, e suas mulheres serem vendidas como escravas sexuais. A península só se viu livre com a luta incessante de Kim II-Sung, sobre os japoneses, com o apoio da U.R.S.S.
  O E.U.A não deixariam por menos, acabaram invadindo o pais, a fim de implantar uma ditadura capitalista na região estratégica da península. Os planos foram frustados pela intervenção da China. Mesmo assim, conseguiram manter a divisão da nação. Os americanos não satisfeitos com a derrota, usaram armas bacteriológicas contra a população civil da Coreia, sob as ordens do cruel presidente Truman. Cumprindo a promessa de desmilitarização da região, a URSS retirou suas tropas, mas os EUA como de costume, não cumpriram a sua parte. Mantiveram forças dissuasórias na região, rompendo os parágrafos 13 e o 60 do armistício. A imprensa ocidental tegervisa a história, afirmando que o armistício foi encerrado pelo Norte no dia oito de março do corrente ano. Ele apenas foi ratificado como encerrado. Já não convinha manter um papel sem valor, como sendo oficial.

   O povo Norte Coreano e tipicamente Budista. Dedicado, prestativo e ordeiro. Tem no sistema patriarcal um forte fundamento social. Seus lideres são como pais da nação. Por esse motivo, se vê multidões inflamadas com palavras de ordem dando a poio ao seu dirigente máximo, e ao partido, que dirige a nação pela doutrina Juche. Sendo Socialista, sua base de governo é formada por comitês populares. Esse choque cultural, é um prato cheio para a imprensa demandar a alienação das massas ocidentais, fazendo crer que o pais vive uma ferrenha ditadura. Que investe em armas para reprimir as massas, enquanto seu povo passa fome. Pura mentira.
   A coreia do norte possui alta tecnologia. Superior ate mesmo ao Brasil. É praticamente auto suficiente. Teve um período entre 1990 à 2000, que se viu acuada pela implosão do socialismo internacional. Bem como o isolamento econômico pelos EUA e sua aliados, que quase sufocaram sua economia. O índice de desnutrição e mortes, causaram danos a imagem do pais. No entanto, após esse período, os dirigentes e o povo, encontraram  seu próprio caminho recuperando a economia da jovem nação, e acabando com a fome. Hoje a coreia não necessita mais da ajuda internacional, que nunca teve.
   A posição firme dos dirigentes Norte Coreanos é de invejar. A pequena nação construiu a base de sua independência na força do seu exercito. Possui no desenvolvimento da tecnologia balística, seu arsenal de defesa. Quanto as armas nucleares, é fator preponderante para manter sua independência. Sem elas, o USA já teriam invadido o pais.
   Para compreender o real motivo das intenções Norte americanas na península, temos que voltar para o Oriente Médio. Na grande crise do capital no ano de dois mil, Saddam ameaçou abandonar o Dólar em favor do Euro. Tal medida iria abarrotar o mercado internacional com a moeda americana, causando inflação nos EUA. A derrubada do líder Iraquiano era eminente. Antes disso, os americanos forçaram o Ditador da Arábia Saudita a comprar cem bilhões em armamentos das empresas americanas. Esse reforço ajudou na economia do pais para enfrentar a crise do capital. Treze anos depois, com o estalar de uma nova crise mundial do capital, o novo alvo seria a Líbia, de Kadafi. O grande autor do Livro verde, que transformou a Líbia em uma nação rica, pretendia tornar a África um continente forte. Lançou a ideia de acabar com o dólar, criando uma moeda forte, cunhada em ouro, o Dinar. trocar o papel moeda pela moeda de ouro, iria de fato ser uma tragédia para a dólar americano. Kadafi tinha que cair também. Dentro do processo de renovação do capital, já tinha vindo a Tunisia, e o Egito seria o próximo. Atualmente a Síria é a bola da vez. Ainda não foi invadida porque a Rússia possui fortes interesses no pais.
   Segundo Lenin, o imperialismo é a ultima fase do capitalismo. Comparando esse sistema com o fogo, quando ele não tem mais madeira pra queimar, invade as florestas alheias e rouba a madeira para continuar acesso.
   Uma invasão à Coreia do Norte, é acima de tudo de alto valor econômico para a América, além de estratégico. Não tem nada a ver se o pais é comunista ou capitalista, como afirma a imprensa. O capital não tem questões morais com formas de governos ou regimes. Se o custo da invasão e destruição do Norte for de um trilhão de dólares, que colocaria em ritmo acelerado a economia americana, ela vai acontecer sim. E vai ser pago pelos trabalhadores da Coreia do Sul.
   O que a imprensa burguesa ocidental esconde, é que a Coreia do Norte tem ao longo das décadas procurado manter a paz na península. Até chegou a desativar um reator nuclear em nome da boa vizinhança, com o proposito de reunificar a nação dividida pelo império. Mas os EUA, violaram mais de sessenta acordos bilaterais, forçando o pais a não confiar no Tio San, e retomar os eu programa de armamentos nuclear dissuasório. É bem provável que ele não seja usado, mesmo com as constantes ameaças dos Americanos, pois o custo humano é muito alto. 
O terror Capitalista Americano
na Coreia do Norte
   Tendo em vista que a melhor forma de defesa é o ataque, Piongyang agora possui misseis de trés estágios. Logo logo eles terão capacidade para alcançar a América. Nesse ponto, e só nesse ponto, quando seu território e cidadãos estiverem de fato ameaçados, é que os EUA irão parar e refletir.
    É que vão aprender a conviver e respeitar  os outros povos de forma igualitária e pacifica.
   A despeito dos horrores imorais que a imprensa propaga contra o grandioso povo Norte Coreano e seu governo Socialista, eles decidiram viver livres, na liberdade que lhes faz livre.