Escolhemos o caminho da luta ao da conciliação (vladimir llyitch uliánov lenin)

domingo, 14 de abril de 2013

ARNALDO JABOR

O alegre e belo povo Norte Corerano merece respeito
pelo seu conceito de liberdade  política.
O PEQUENO BURGUÊS

   Assisti esta semana, mais uma vez o filme Odisseu. Um Herói protegido pela Deusa Minerva. Inteligente, porém arrogante, ele decidiu desafiar a onisciência dos Deuses, após a vitória contra Tróia. Alegou que a cidade só foi conquistada pela sua destreza militar, por ter construído um cavalo oco, onde escondeu seus homens, desembarcando na madrugada ébria dos guerreiros troianos. Escancarando os portões da cidade, seus exércitos penetraram,  mataram e saquearam sua população.
   Odisseu não pertencia a burguesia divina. Era apenas um herói, um serviçal de prontidão para ser usado aos proposito dos Deuses. No momento em que se vangloriou, reclamando um status social a que não lhe pertencia, ele foi punido pelo Deus Poseidon. Teve que vagar décadas pelo mar, e enfrentar os mais dolorosos castigos físicos e emocionais, que um mortal fora capaz suportar.
    Não muito diferente da era dos Deuses, a nossa sociedade dividida em classes, também é governada por uma burguesia. No entorno dela, orbita os Odisseus da vida. Alguns mais prudentes, que tiveram a oportunidade de aprender com a historia, se limitam a servir de forma mais humilde possível, a fim de que não sejam punidos, e recompensados com mimos, e um espaço no salão anterior, dos serviçais é claro.
   Dentre essas figura modernas, está o Sr. Arnaldo Jabor. Defensor árduo da sociedade de classes, reacionário em sua natureza pequeno burguesa, não poupa esforços para desperdiçar o tão importante espaço midiático, que poderia ser utilizado para fins educativos, com declarações agressivas a inimigos por ele declarados e que nunca lhes fizeram algum mal. Apenas por pensarem, e desejarem viver diferente dos seus ideias.
    Na defesa de um falso moralismo, ele acusa toda uma nação, a Coréia do Norte, de desafiar o mundo. No entanto ele esquece de enfatizar a retorica imperialista mundial de desafio à Coreia. Como um dos últimos bastião do socialismo, a nação peninsular se vê ameaçada pelo mundo capitalista, a renunciar sua liberdade de pensamento e estilo de vida, em prol do interesse das classes dominantes de nossa sociedade contemporânea.
    A Coreia do Norte, compreendeu a grande lição da dialética histórica, observando em sua volta, as lições de um inimigo de classe impiedoso. Ela não poupou esforços em sua crença, de que: Só o trabalho árduo na construção da proteção, de sua riqueza natural e territorial, junto com a defesa de seus interesses, e  sem concessões, ligadas ao desenvolvimento das  condições materiais adequadas, e com a força ideológica de seu povo, seriam o único caminho para a sua liberdade.
    Diante das ameaças nucleares do ocidente, só uma dissuasão relativa poderá evitar a guerra. Pois foi a ausência dela, que caiu a Iuguslávia de Milosevic, O Iraque de Saddam, O Afeganistão dos Talibãs, a Líbia de Kadafi. Sem contar o domínio ideológico e econômico das demais nações Islâmicas. Pyongyang decidiu mostrar na pratica a teoria do fuzil de Mao Tsé Tung. "Somos a favor da abolição da guerra, não queremos guerra. Mas a guerra só pode ser abolida com a guerra. Para que não exista mais fuzis, é preciso empunhar um fuzil."
     Ele diz em seu comentário pernicioso: "Como a Coréia do Norte pode existir...". Diante da clareza do ódio de classe desferido por esse intelectualesco, não nos resta nada mais a pensar, senão no acirramento do antagonismo dessa luta histórica. Ele, ao se pronunciar incondicionalmente em defesa dos interesses morais de uma ideologia obscurantista e retrograda, nos leva a imaginar que pleiteia no pódio dos privilégios de classe, migalhas de um dono ao seu cão. Ele esquece que segundo a mitologia cristã, o demônio não protege seus seguidores. Que no seio de sua classe, naturalmente discriminatória, ele está para os verdadeiros intelectuais da burguesia, no mesmo nível que está o bobo, para a corte.
Reacionário intelectualesco Brasileiro defende
o caráter absolutosta da moral burguesa
    O grande complicador de toda esta retórica, é que o poder que o espaço da comunicação privada, exercido sobre as impressões do proletariado, é formadora! É por esse motivo que vemos a propagação da ideia de que os Norte Coreanos estão errados e os Americanos certos. Me faz refletir as palavras de Joseph Politzer: "Com o tempo, uma imprensa sínica, mercenária, demagógica e corrupta, formará um publico tão vil como ela mesma."
    Enquanto defensor da reacionária democracia burguesa, ele desperdiça o precioso espaços midiático para defender com veemência a moral e a razão do imperialismo Norte americano, como formula correta e acertada para a paz mundial. Teve a arrogância de afirmar que a "América arrasou Hiroshima em nome da razão". Ainda se empenha com audácia, em uma intentona para fazer crer, que  os oprimidos sejam os opressores. Coisa de bajulador pequeno burguês.