Escolhemos o caminho da luta ao da conciliação (vladimir llyitch uliánov lenin)

sábado, 23 de agosto de 2014

MARINA SILVA

"Devemos elevar o partido a altura da tarefa histórica que lhe está reservado."

DA ORIGEM CAMPESINA À DEMAGOGIA BURGUESA

Dois mil e quatorze não serão diferente de dois mil e dez, muito menos de outros anos em que se referendou um representante do capital como dirigente máximo, do Brasil. Os representantes da burguesia internacional e nacional, não estão interessados em saber se seu gestor em Brasília será uma mulher, um negro, um gay, ou um hétero. Para eles não importa se sua origem é campesina ou proletária, se pequeno, médio ou grande burguês, desde que siga a cartilha da mais valia, e claro, não seja revolucionário.

Talvez seja por esse motivo, que a mais nova namorada de uma fração que compõe uma certa força dentro do sistema, seja uma antiga campesina que ascendeu de classe, e ficou entre a pequena e média burguesia. Marina Silva nascida no Acre, filha de seringueiros, já teve um discurso sincero quando de sua luta no campo. Hoje se tornou a menina dos olhos das elites, e uma opção para esse grupo que está com a imagem desgastada. Ela segue rezando a cartilha de uma camarilha impiedosa, pelas tortuosas sendas dos mares revoltos da demagogia.

Os elementos ativos do sistema, que em conjunto, compõem a vanguarda reacionária, são nada mais que fração de toda uma classe que se digladiam entre si, a fim de assumir a direção da relação de produção da força de trabalho, de milhões de proletários e campesinos. Convém lembrar que eles nada mais são do que instrumento da democracia burguesa. Por esse motivo, nós revolucionários temos como incumbência a tarefa imediata, de desmentir as promessas que não serão cumpridas e denunciar a fraude do sufrágio universal. Marina, Dilma e Aécio, possuem ligações orgânicas ideológicas que nas atuais condições históricas levarão o proletariado ao continuísmo.

Entendemos perfeitamente que não podemos estar em desacordo entre o sonho e a realidade. Enquanto materialistas compreendemos a necessidade de olhar de frente a realidade que nos cerca. Nos sentimos também, obrigados a tomar decisões e fazer criticas coerentes sob a égide da análise cientifica. Diante da crise histórica da direção do proletariado Brasileiro, e do vendilhismo da aristocracia sindical, e os desvios ideológicos dos partidos revolucionários, teremos que conviver com as demagogias dos representantes do capital.

Compreendemos que um dos três aspirantes assumirá a direção em Brasilia, o que nos obriga a levantar ainda mais alto o estandarte retumbante do ideal da revolução. Único mecanismo de transformação da realidade objetiva dos excluídos. Por isso exorto aos camaradas a agir com mais vigor e determinação na construção da estrutura orgânica do partido, e empenhar suas energias e fúria revolucionária contra os mecanismos usados pelo inimigo de classe. Assim poderemos oferecer uma resposta contundente ao propagandismo da imprensa burguesa no que diga respeito à alienação das almas produtoras. Devemos elevar o partido a altura da tarefa histórica que lhe está reservado.