Escolhemos o caminho da luta ao da conciliação (vladimir llyitch uliánov lenin)

domingo, 20 de janeiro de 2013

A LIBERDADE DO FUZIL

Mao tsé-Tung
Líder da revolulção chinesa
O SONHO NÃO ACABOU

   Eu poderia fazer diversas considerações sobre os mais variados complicadores, e contradições na vida do proletariado Brasileiro. Mas de fato não há considerações gerais a se fazer; além do atraso social, cultural, politico e econômico, que se desenrola na luta de classes dentro do sistema democrático burguês, em nossa sociedade. Quem desejar enxergar, poderá ver sem a necessitar de comentários adicionais.
    A burguesia nacional, que é parte do "ciclo simbiótico" da burguesia internacional, prega através de suas instituições: Estado, Igreja, Escola,  Imprensa, Associações..., a paz entre classes. Ela ignora o profundo abismo de antagonismo que entre elas existe. Por outro lado, só para se garantir, arma as suas instituições repressivas como guardas municipais, policias estaduais e federais, forças nacionais, e exércitos. Tudo isso em nome da ordem pública e para a manutenção da "pax"*. A tal ordem,  deveria ser fruto da livre consciência de uma sociedade desenvolvida e igualitária. Satisfeita em suas necessidades substantivas, e não da força  imposta por uma ordem de classe, a base da baioneta, à outra.
   O que podemos ver na verdade é uma ideologia fundamentada na opressão e repressão, para a constituição e manutenção do poder. A dialética histórica ensina que a formação de toda sociedade burguesa foi pautada pela força, e é por esse motivo oculto, enquanto informação, que se mantém sob a mira do fuzil, o status quo da malfadada e frágil democracia burguesa. Haja visto a necessidade de constante reiteração em público, por parte dos representantes políticos da classe dominante, de que vivemos em uma "plenus democratia". Se esta condição fosse verídica, não necessitaria de constantes sui affirmatio.
    O fuzil é nas mãos do trabalhador, a peça chave para sua liberdade. Ele é a negação da violência; enquanto violência na luta de classes. Porém nas mãos do estado burguês, é a negação da liberdade e da paz, dentro do quadro antagônico entre as duas classes. Para coibir essa expressão do pensamento proletário, a imprensa burguesa promove uma alienação em massa, condenando o uso da força, e do apoio à luta armada. Enquanto isso, faz mea culpa em suas criticas não contundentes ao sistema de opressão estatal.  Esse jogo na disputa da consciência do trabalhador,  se da unicamente para manter a estabilidade do poder em suas instituições, que devem sempre estar acima da critica, ou sofrer criticas parciais.
     Ao se abstrair da conjuntura, a consciência pode enxergar claramente o principio dessa negação e suas dimensões. A critica proletária e importante no processo de transição sistêmica, porém facilmente superada pelo confronto direto. "Pois a arma da critica não pode suplantar a critica das armas".(Hegel-Karl Marx)
    Analisando a constituição do universo, observamos que tudo se mantem pela força. Toda uma ordem universal, galáctea e planetária, obedecem a uma figura maior, de superior envergadura, proveniente do movimento dialético de sua constituição. Imaginemos a força necessária para manter a terra em orbita, e a força utilizada pela terra par a manter os mares, o vento, os homens plantas e animais em seu ciclo de vida. Assim, a força exerce sobre a existência um poder supremo e dominante. No entanto sabemos que onde há força há resistência. Nesse principio dialético dos contrários, um exercerá supremacia sore o outro. Nessa linha de pensamento, uma nação mais armada sempre exercera domínio sobre a outra, sobre sua economia, politica e cultura. Um exemplo disso é o poder da Rússia, dos Estados Unidos, e da china. Da mesma forma, uma classe mais organizada, mais forte, exercerá domínio sobre a outra. Assim é a relação da burguesia para com o proletariado. Essa força se dá principalmente pela supremacia das armas que essa classe dominante possui. Além de seu sistema politico-parlamentar, com adornos de democracia, antiquado e repressor 
    O preço da liberdade é alto. Ela passa pelo rompimento de velhas culturas de domínio intelectual, emocional e religiosos. E para combater um fuzil, só a critica de outro fuzil, concederá igualdade na luta. Por esse motivo, este norte do embate proletária precisa ser levado a cabo, a fim de que os grilhões da miséria, da fome, do atraso intelectual e da escravidão assalariada sejam rompidos. Ele passa por uma luta sangrenta na conquista do poder pela força. O mesmo fuzil que mata, liberta e traz à vida a uma  geração altaneira em sua consciência, e plena em liberdade. Em uma nova forma de democracia.
Trabalhadores em armas contra
a desigualdade social
     Mao tsé-Tung, líder da revolução proletária chinesa, revelou que o trabalhador só poderá encontrar a paz ansiada, através da luta armada; apesar de não deseja-la. "Somos a favor da abolição da guerra, não queremos a guerra. Mas a guerra só pode ser abolida com a guerra. `Para que não existam mais fuzis, é preciso empunhar o fuzil.", Ele quis dizer, que na luta dos contrários, com a vitoria do proletariado e a constituição da liberdade substantiva, não haverá mais necessidade do uso da força para manter a orbita social em constante desenvolvimento. Apenas o uso da dialética se fará necessário, pois as contradições para uma existência pacifica se terão dirimido. Surgindo assim as condições adequadas para uma nova estrutura social, livre e superior!. A citar: Cuba e Coréia do Norte.
*PAX: é o longo período de relativa paz, gerada pelas armas e pelo autoritarismo. (wikipedia)