Escolhemos o caminho da luta ao da conciliação (vladimir llyitch uliánov lenin)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A REPUBLICA BURGUESA

O Burguês Republicano
NADA A COMEMORAR

   Nem sempre a raça humana viveu sob a égide de Estados constituídos. Houve no passado, lideranças legitimas e respeitadas de dirigentes natos, que governaram sob a voz da maioria em suas tribos, sob a ótica do respeito. 
   No momento em que a dialética humana reclamou para si a proliferação da raça, e a produção de riquezas, grupos se organizaram em disputas, o que levou a necessidade da criação de Estados, a fim de que os antagonismos fossem dirimidos e a conciliação entre grupos fossem promovidas. Ora, se os Estados foram constituídos para dirimir as contradições de classe, e conciliar o seu antagonismo, se mostrou ineficiente em sua própria existência, porque se houver conciliação, não haverá necessidade de um Estado. Com isso, ele se anula em si mesmo.
   O fato é que o surgimento desse complicador repressivo, na vida do proletariado mundial, foi em  beneficio de classes dominantes sob pena da escravidão trabalhadora.
   Hoje comemoramos no Brasil, a proclamação da República Burguesa que enterrou a Monarquia. Já se passaram mais de cem anos de conciliação de classes, e o resultado continua sendo fome, desemprego e analfabetismo. Se a Monarquia absolutista foi um mal para os trabalhadores, a tal república que prometia mudanças, se mostrou extremista e escravagista. 
   Em seu processo de constituição, os únicos avanços de fato que se viu, foi a solidificação do capital enquanto política financeira. Vimos também o enriquecimento de uma classe com privilégios oriundos da produção de milhões de proletários, a burguesia. Formada por capitalistas, Industriais, Latifundiários, Miliares,  Burocratas e políticos, essa classe dominante, mantém a ferro e a fogo o seu estado constituído. 
   Com adornos de democracia, eles instituíram o sufrágio universal, que leva inevitavelmente a eleição dos mais ricos ou aqueles que são patrocinados por eles.
Fruto da República Burguesa
   A questão em foco, é que o trabalhador necessita de uma visão critica a fim de que possa reconhecer seu estado de escravidão assalariada perpetrada por décadas de exploração de classe. Reconhecer que a tal republica burguesa nada lhes trouxe de beneficio, e da mesma forma violenta como foi constituída, deve ser derrubada, para que os filhos da labuta possam em fim, desfrutar da riqueza que produzem em um novo estado proletário, sem ter que dividir com parasitas governamentais.
   E por fim, estar ciente de que o Estado Burguês veio apenas para legitimar o domínio de classe e a opressão, em que estamos submetidos. 
    Está tudo ai para quem quiser ver.


domingo, 14 de outubro de 2012

UM PONTO ABERTO NA ALMA

A revolta oculta dos oprimidos
UMA CHAGA MAL CURADA

   Já se passaram sessenta anos. Este é o tempo de vida de Emanoel, um trabalhador que como milhões de outros, serviram ao sistema e  ajudaram a enriquecer o patronato. Foram anos de dedicação até que sua energia vital se exauriu e ele foi descartado, como uma caixa vazia e sem vida. Eu o conheci em Porto Velho numa tarde onde passeava no Museu da praça Madeira Mamoré. 
   Contando sua história de vida, ele falou que teve dois filhos que seguem pelo  mesmo caminho do pai. Sem estudo e sem profissionalização, eles também são o tipo ajudante geral. Foram de fato  gerados apenas para servir, para mover a maquina do sistema, a fim de que outros possam desfrutar de conforto e qualidade de vida que a tecnologia proporciona. 
   Ele não revelou abertamente uma grande revolta de seus patrões, até elogiou o último que o dispensou, pelo fato de ter adoecido com uma enfermidade que lhe requeria repouso e medicamentos. "ele foi muito bom comigo". Expressou. Em sua inocência, ele ainda vê o patrão "como um pai", por ter comprado medicamentos que  possibilitou a sua recuperação. Mas ao mesmo tempo sente que a diferença na qualidade de vida se acentuou ao longo dos anos. Ele sabe comparar o avanço dos filhos do patrão e a estagnação dos seus, "eles não tinham tempo pra estudar, era só trabalho, tinham que ajudar, então cresceram burro de pai e mãe". Expressou.
   Ele me mostrou um jogo da mega sena que  fez. Sua esperança no bilhete premiado, se confundia entre as rugas formadas  em seu rosto envelhecido, não apenas pelo tempo, mas pela falta de nutrientes e excesso de trabalho com puco descanso. Sua expressão cansada, revelava em oculto, segredos de uma vida sofrida que só a ele pertence. E a tal esperança em ficar rico com a jogatina, ele divide com milhões de outros trabalhadores cansados pelo pais afora. Ele espera e seus filhos também. Provavelmente seus netos vão compartilhar dessa espera que não chega, e que por certo não chegará. Seu Emanoel é só mais um proletário dentre a grande massa produtora em torno do mundo, que existem apenas para servir e enriquecer uns poucos burgueses.
   De fato foi curada a ferida do seu corpo com adornos de bondade patronal, fazendo-o crer que viveu amparado, protegido, sob uma falsa sensação de plena  liberdade democrática. Ele se dizia conformado, mas no espelho dos seus olhos eu podia ver claramente, brotar em sanguinolentas gotas de silencio, a mortal revolta dos oprimidos, de uma chaga mal curada, num ponto aberto de sua alma.

domingo, 7 de outubro de 2012

DO OUTUBRO VERMELHO

Lenin e o outuro vermelho
AO OUTUBRO ROSA

    Mais uma vez a burguesia internacional se faz presente na tergiversação da história. Essa prática possui um caráter cientifico; pois, torna-se quase impossível apagar um fato histórico, é mais prático substituí-lo. 
    Um grande exemplo dessa prática, foi o onze de setembro ocorrido no Chile em mil novecentos e setenta e três.  Liderados pelos Estados unidos,  os militares bombardearam e destruíram o palácio presidencial matando Salvador Allende, o primeiro presidente socialista das Américas, vitorioso nas urnas dentro do processo eleitoral democrático burguês. Até pouco tempo esse evento era comemorado no mundo inteiro, tornando-se um calo no calcanhar da Burguesia internacional. Como não pôde ser apagado, ele foi substituído pelo onze de setembro de maior apelo emotivo, com a destruição das torres gêmeas nos EUA. Este novo evento  ganhou  o apoio da imprensa mundial, num esforço coletivo de tergiversação Histórica.
   Um outro acontecimento de grande envergadura, foi o Outubro Vermelho. Acontecido no século passado, em mil novecentos e dezessete, na Rússia, onde os trabalhadores liderados por Lênin, assumiram, em um processo revolucionário, o controle das riquezas do estado burguês. Esse exemplo influenciou o proletariado mundial, e outras revoluções começaram a ser construídas em diversos países inclusive no Brasil, tornando-se um evento internacional.
   Este outro calo no calcanhar da burguesia  precisava ser exterminado, ou substituído. Então, em 1990 em Nova York, o movimento simpático contra o câncer de mama  ganhou o nome de Outubro Rosa. Era isso que a burguesia esperava, um substituto popular para o Outubro Vermelho. Esse movimento poderia ter sido chamado de Março Rosa, já que é esse o més das mulheres. O projeto é importante, erradicar o câncer de mama. Esse mal que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Mas o apelo social e de saúde não suplantam o apelo revolucionário para libertação da raça humana das mazelas criadas pelo capitalismo. Inclusive o descaso de seus governos à saúde feminina, citando-se o próprio câncer de mama.
A Burguesia e o Outubro
Rosa 
   Agora,  a pequena burguesia animada com a renovação de ideias banais, se movimenta como peça de um xadrez, levada a reboque pelos senhores do capital, em grandes manifestações e passeatas pelo novo Outubro. Grande parcela do proletariado desinformada, segue também esse rumo sob os fortes apelos midiáticos. Trocar um evento revolucionário por um apelo de saúde, é no minimo uma arrogância; no entanto,  parece ter sido um negocio lucrativo para os senhores do capital, que com sucesso, comovem os incautos, e tergiversam  mais uma vez a Historia revolucionaria do proletariado mundial. 

sábado, 22 de setembro de 2012

SATANÁS PORTO VELHO E CUSCUZ

Satanás, mito criado pela igreja.
ENTRE A CRUZ E A ESPADA   
A Igreja é sem dúvida o maior aliado do Estado Burguês. Cabe a ela, como um micro estado, e tendo a religião como fundamento, disputar a consciência do proletariado contra a revolução. Ela inibe a evolução intelectual do trabalhador o induzindo à mesmice, ao obscurantismo e ao conformismo. É preciso respeitar e aprender a lidar com essa instituição. Ela cria mitos, molda culturas, insere na força vital do proletário uma falsa esperança de um novo porvir. Dentre os mitos criados, nenhum se compara aos do Nordeste. Por coincidência ou não, é uma das regiões mais pobres do Pais, e com um alto índice de analfabetismo.
    Além do grande temor que aquela região tem de Satanás, uma outra figura -além do Estado-, aterroriza a vida do trabalhador. É Cuscuz, Um cão que tem no inferno! Reza o mito que ele é pior do que o próprio Satanás, que sua maldade com as almas condenadas vai além da imaginação, Por esse motivo é aconselhável a se pegar com um santo muito forte, para que haja algum tipo de negociação no pós vida, caso o infeliz tenha como destino o inferno. Existe alguns extremos. Quando o moribundo está próximo da extrema unção e se tem a certeza de que o seu destino não será o céu, pela vida de devaneios que levou, se acende uma vela preta, no intuito de agradar a Satanás para que o infeliz não caia nas mãos de Cuscuz. É uma ironia para o trabalhador. Além de sofrer em vida com o descaso do poder constituído pela burguesia, ter que escolher o seu torturador no pós vida.
    No dia sete de outubro, ainda em vida, o trabalhador Porto-velhense também terá que fazer uma difícil escolha, entre Lindomar Garçom (PVH), e Mauro Nazif (PSB), como seus tutores. Se vão acender uma vela preta ou contar com a sorte, é escolha e cada um.

domingo, 26 de agosto de 2012

A INOCENCIA DOS CULPADOS

O Hades do Ministro
Joaquim Barbosa
DE VOLTA AO CRIME

   Antigamente na mitologia grega, os mortos tinham um lugar pré-definido para ir após a vida. O Hades! Na verdade esse era o submundo, onde  o irmão de Zeus foi condenado por ele, à governa-lo. Um lugar sombrio por onde passava todas as almas dos homens para serem julgadas pelos pecados cometidos. Os julgados poderiam ser absolvidos, onde teriam um lugar aprazível para viver. Os Campos Elísios  La eram ajudados e supervisionados por outro deus, Tântanos. Se culpados, iriam para o Tártaro sofrer por toda a eternidade, torturadas por Eríneas. O Tártaro era  o lugar mais obscuro das profundezas, onde estavam aprisionados os Titãs, derrotados pelos deuses.
   Hoje, as coisas mudaram um pouco. O homem conseguiu superar tanto os Titãs quando os Deuses, tomando para si o julgamento e a condenação. Libertando e condenando. Parece que por esse motivo vemos constantemente os inocentes sendo condenados e os culpados inocentados, -Afinal não temos a onisciência dos Deuses- a diferença é que a justiça dos Deuses foi substituída pela moeda de troca do capital. Para ser inocentado é necessário por exemplo, no caso de um crime financeiro, roubar muito, afim de que, sobre um pouco para a oferenda da justiça. Então, o crime será perdoado e em vez do Hades, os Campos Elísios será o lugar de repouso do criminoso inocentado.
Os Campos Elíseos do
Ministro Ricardo Lewandwski
   No passado, um Deus poderia desfazer a condenação ou bençãos de outro Deus, dependendo da oferenda oferecida, o que não é tão diferente entre os deuses modernos do STF. O Ministro Joaquim Barbosa votou semana passada pela condenação ao Hades, de Marcos Valério, João Paulo Cunha, Ramom Rollerbach e Cristiano Paz. Quem ofereceu a oferenda não se pronunciou. Uma outra oferenda, dessa vez mais valiosa parece ter sido oferecida para  o Ministro Ricardo Lewandwski.que absolveu os culpados, e os transferiu  para os Campos Elísios.

domingo, 15 de julho de 2012

POR QUEM MENTE DILMA ROUSSEFF

Por quem ela mente

O DRACMA DA BAJULAÇÃO

   Estive revendo o discurso da Presidente Dilma para os Trabalhadores Brasileiros. Busquei uma comparação com os outros presidentes que a antecederam, e vi que o norte é o mesmo. Não diferencia do seu objetivo que é fazer o proletariado viver de falsas esperanças. As criticas ao setor financeiro são essenciais para um governo Neo Liberal. Elas dão uma aparência de força, compromisso com a classe trabalhadora. A famosa redução de impostos às empresa para poder "gerar mais empregos" também é fundamental. Isso tira do governo a responsabilidade pelo fracasso de seu projeto de desenvolvimento social, dando folego para a renovação do poder. 
    O projeto assistencialista do PT, no governo Dilma, é a continuação do projeto do governo Lula, e que na verdade é uma cópia da Social Democracia de Fernando Enrique Cardoso, que teve seu inicio com o corrupto Fernando Collor de Mello. O período Collor que foi o marco da abertura econômica arquitetada pela Burguesia Internacional, a fim de fazer do Brasil um território livre para a renovação do capital. Tendo em vista seu potencial populacional, territorial e de reservas naturais. Com esse intuito, se arquitetou no estrangeiro a derrubada da ditadura militar que já havia cumprido seu papel servil de contenção das forças progressivas
    Passados vinte e três anos do inicio da tao sonhada Democracia Burguesa, ainda não se conseguiu uma distribuição de renda à contendo, apesar do PIB já atingir Cinco Trilhões de Reais. Se formos dividir pelas cinquenta milhões de famílias, isso daria uma renda per capta de cem mil reais por ano, ou seja, teríamos um salario médio de Oito Mil e Trezentos Reais por família. O que a meu ver, mudaria radicalmente a conjuntura da sociedade, a qualidade de vida e o nível social do trabalhador. No entanto, para que isso possa acontecer, é necessário derrubada do capital, que por sua vez sustenta o Governo Burguês, ou seja, necessariamente o tal governo Democrático Burguês teria que ser erradicado, e a única forma de fazer isso seria através e um processo revolucionário, onde o proletariado assumiria a administração da riqueza que ele produz, e faria uso e fruto diretamente dela, sem precisar de intermediários.
O Dracma da bajulação à Burguesia
    A critica aos bancos privados não passa de mera cortina de fumaça. Até porque uma economia não necessita de bancos privados. A únicas função dessas instituições do capital, é pegar o dinheiro do tralhador e agiotar, especular com empréstimos lucrativos. Ora, venhamos e convenhamos, por qual motivo eu daria meu dinheiro a uma tal pessoa e em seguida pegaria de volta pagando a ela juros por um capital que já me pertence? Isso é me parece meio irracional. Quanto a fração burguesa do empresariado escravista, a redução de impostos praticados com o intuito de ajuda-los, para que possam gerar mais empregos,  já fazem quase três décadas, e o número de desempregados aumenta a cada ano. Tem algo errado com essa matemática. Melhor seria trocar o fabricante da calculadora. Quanto a bajulação à burguesia, escreveu o pensador Foucault: "é a moeda falsa que só circula por causa da vaidade humana."

domingo, 24 de junho de 2012

A FLOR A FONTE E O CACHOEIRA

E a fonte sonora e fria rolava levando a flor
O CONFLITO 
INTER-CLASSE

   Eu estava hoje considerando os rumos do conflito interno, vivido pela burguesia brasileira no caso Carlos Augusto Ramos. o Carlinhos Cachoeira. Esse conflito dentro da classe dominante, se dá única e exclusivamente, por não conseguir atender a todas as variantes, e seguimentos interessados na acumulação de capital, oriundo da riqueza produzida pelo proletariado, cuja detenção e poder é o estado democrático burgues.
    O conflito de interesses, vai desde pequenos empresários, passando pelas politicas regionais chegando até aos ministérios, levando a reboque também, o poder judiciário. É curioso ver os homens honrados do passado envolvidos em relações promiscuas no presente. Eles foram juízes da boa conduta, como o governador de Minas Gerais Aécio Neves, cotado um dia, até mesmo como presidente da República. Ver o próprio Ex-presidente Lula visitando altos escalões do Poder Judiciário para tentar "contornar a situação", ver homens como Roberto Gurgel, agora Procurador da Republica tentando fazer vistas grossa para evitar maiores traumas, à fração da burguesia que se vê em apuros.
   O mais curioso de tudo, é ver que a fração burguesa não beneficiada com o propinauto de hoje, é quem move montanhas para condenar os condenáveis. Por certo ela será réu em outros processos amanhã, movido pelos que serão excluídos das oportunidades futuras, hoje. Eles os que se arvoram juízes da boa conduta, ética e moral, com certeza estarão amanhã no banco dos réus, seja, Lord, Juiz, Empresario ou Plebeu. Assim de uma forma elíptica, segue a dialética histórica da formação, e constituição da sociedade de classes.
    Buscando uma natureza mais pura para meus próprios pensamentos, comprometidos demais com com diversos conflitos, relembrei Vicente de Carvalho na época da educação infantil, quando tínhamos que decorar versos e poesias, bem como pintar quadrinhos em tela.


A FLOR E A FONTE

"Deixa-me, fonte!" Dizia a flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria, Cantava, levando a flor.

"Deixa-me, deixa-me, fonte!" Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte... Não me leves para o mar".
E a fonte, rápida e fria, com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria, corria levando a flor.

"Ai, balanços do meu galho, balanços do berço meu;
Ai, claras gotas de orvalho caídas do azul do céu!"...
Chorava a flor, e gemia, branca, branca de terror,


E a fonte, sonora e fria, rolava levando a flor.

"Adeus, sombra das ramadas, cantigas do rouxinol;
Ai, festa das madrugadas, doçuras do pôr do sol;
Carícia das brisas leves que abrem rasgões de luar...
Fonte, fonte, não me leves, não me leves para o mar!"...

As correntezas da vida e os restos do meu amor
Resvalam numa descida como a da fonte e da flor...


Prometheus acorrentado
 por Vulcano 
    Nem mesmo a flor do sistema burgues é capaz de deter a fonte caldorosa do capital que deságua no Cachoeira, regando com propinas o mar da burguesia. Lutar contra sua natureza promiscua, é querer interferir no curso natural da dialética capitalista, e isso é como tentar em vão libertar Prometheus, acorrentado por Vulcano em uma rocha, a mando do despótico soberano, Zeus.