Escolhemos o caminho da luta ao da conciliação (vladimir llyitch uliánov lenin)

domingo, 15 de julho de 2012

POR QUEM MENTE DILMA ROUSSEFF

Por quem ela mente

O DRACMA DA BAJULAÇÃO

   Estive revendo o discurso da Presidente Dilma para os Trabalhadores Brasileiros. Busquei uma comparação com os outros presidentes que a antecederam, e vi que o norte é o mesmo. Não diferencia do seu objetivo que é fazer o proletariado viver de falsas esperanças. As criticas ao setor financeiro são essenciais para um governo Neo Liberal. Elas dão uma aparência de força, compromisso com a classe trabalhadora. A famosa redução de impostos às empresa para poder "gerar mais empregos" também é fundamental. Isso tira do governo a responsabilidade pelo fracasso de seu projeto de desenvolvimento social, dando folego para a renovação do poder. 
    O projeto assistencialista do PT, no governo Dilma, é a continuação do projeto do governo Lula, e que na verdade é uma cópia da Social Democracia de Fernando Enrique Cardoso, que teve seu inicio com o corrupto Fernando Collor de Mello. O período Collor que foi o marco da abertura econômica arquitetada pela Burguesia Internacional, a fim de fazer do Brasil um território livre para a renovação do capital. Tendo em vista seu potencial populacional, territorial e de reservas naturais. Com esse intuito, se arquitetou no estrangeiro a derrubada da ditadura militar que já havia cumprido seu papel servil de contenção das forças progressivas
    Passados vinte e três anos do inicio da tao sonhada Democracia Burguesa, ainda não se conseguiu uma distribuição de renda à contendo, apesar do PIB já atingir Cinco Trilhões de Reais. Se formos dividir pelas cinquenta milhões de famílias, isso daria uma renda per capta de cem mil reais por ano, ou seja, teríamos um salario médio de Oito Mil e Trezentos Reais por família. O que a meu ver, mudaria radicalmente a conjuntura da sociedade, a qualidade de vida e o nível social do trabalhador. No entanto, para que isso possa acontecer, é necessário derrubada do capital, que por sua vez sustenta o Governo Burguês, ou seja, necessariamente o tal governo Democrático Burguês teria que ser erradicado, e a única forma de fazer isso seria através e um processo revolucionário, onde o proletariado assumiria a administração da riqueza que ele produz, e faria uso e fruto diretamente dela, sem precisar de intermediários.
O Dracma da bajulação à Burguesia
    A critica aos bancos privados não passa de mera cortina de fumaça. Até porque uma economia não necessita de bancos privados. A únicas função dessas instituições do capital, é pegar o dinheiro do tralhador e agiotar, especular com empréstimos lucrativos. Ora, venhamos e convenhamos, por qual motivo eu daria meu dinheiro a uma tal pessoa e em seguida pegaria de volta pagando a ela juros por um capital que já me pertence? Isso é me parece meio irracional. Quanto a fração burguesa do empresariado escravista, a redução de impostos praticados com o intuito de ajuda-los, para que possam gerar mais empregos,  já fazem quase três décadas, e o número de desempregados aumenta a cada ano. Tem algo errado com essa matemática. Melhor seria trocar o fabricante da calculadora. Quanto a bajulação à burguesia, escreveu o pensador Foucault: "é a moeda falsa que só circula por causa da vaidade humana."

domingo, 24 de junho de 2012

A FLOR A FONTE E O CACHOEIRA

E a fonte sonora e fria rolava levando a flor
O CONFLITO 
INTER-CLASSE

   Eu estava hoje considerando os rumos do conflito interno, vivido pela burguesia brasileira no caso Carlos Augusto Ramos. o Carlinhos Cachoeira. Esse conflito dentro da classe dominante, se dá única e exclusivamente, por não conseguir atender a todas as variantes, e seguimentos interessados na acumulação de capital, oriundo da riqueza produzida pelo proletariado, cuja detenção e poder é o estado democrático burgues.
    O conflito de interesses, vai desde pequenos empresários, passando pelas politicas regionais chegando até aos ministérios, levando a reboque também, o poder judiciário. É curioso ver os homens honrados do passado envolvidos em relações promiscuas no presente. Eles foram juízes da boa conduta, como o governador de Minas Gerais Aécio Neves, cotado um dia, até mesmo como presidente da República. Ver o próprio Ex-presidente Lula visitando altos escalões do Poder Judiciário para tentar "contornar a situação", ver homens como Roberto Gurgel, agora Procurador da Republica tentando fazer vistas grossa para evitar maiores traumas, à fração da burguesia que se vê em apuros.
   O mais curioso de tudo, é ver que a fração burguesa não beneficiada com o propinauto de hoje, é quem move montanhas para condenar os condenáveis. Por certo ela será réu em outros processos amanhã, movido pelos que serão excluídos das oportunidades futuras, hoje. Eles os que se arvoram juízes da boa conduta, ética e moral, com certeza estarão amanhã no banco dos réus, seja, Lord, Juiz, Empresario ou Plebeu. Assim de uma forma elíptica, segue a dialética histórica da formação, e constituição da sociedade de classes.
    Buscando uma natureza mais pura para meus próprios pensamentos, comprometidos demais com com diversos conflitos, relembrei Vicente de Carvalho na época da educação infantil, quando tínhamos que decorar versos e poesias, bem como pintar quadrinhos em tela.


A FLOR E A FONTE

"Deixa-me, fonte!" Dizia a flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria, Cantava, levando a flor.

"Deixa-me, deixa-me, fonte!" Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte... Não me leves para o mar".
E a fonte, rápida e fria, com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria, corria levando a flor.

"Ai, balanços do meu galho, balanços do berço meu;
Ai, claras gotas de orvalho caídas do azul do céu!"...
Chorava a flor, e gemia, branca, branca de terror,


E a fonte, sonora e fria, rolava levando a flor.

"Adeus, sombra das ramadas, cantigas do rouxinol;
Ai, festa das madrugadas, doçuras do pôr do sol;
Carícia das brisas leves que abrem rasgões de luar...
Fonte, fonte, não me leves, não me leves para o mar!"...

As correntezas da vida e os restos do meu amor
Resvalam numa descida como a da fonte e da flor...


Prometheus acorrentado
 por Vulcano 
    Nem mesmo a flor do sistema burgues é capaz de deter a fonte caldorosa do capital que deságua no Cachoeira, regando com propinas o mar da burguesia. Lutar contra sua natureza promiscua, é querer interferir no curso natural da dialética capitalista, e isso é como tentar em vão libertar Prometheus, acorrentado por Vulcano em uma rocha, a mando do despótico soberano, Zeus.



domingo, 17 de junho de 2012

A ARTE DO CAPITAL NA BOLA

A FARSA DO LEGADO DA COPA
Garrincha e Pelé
o futebol arte

   Confesso que o futebol não é o meu esporte predileto. Eu não jogo bem, e nem tenho aquela paixão de "todo brasileiro". Mas quando o assunto envolve dinheiro público disfarçado de investimento, chama a minha atenção e torna-se passivo de considerações.

    Como nasci em sessenta e quatro, tive que conviver com a euforia da "arte do futebol brasileiro". Essa modalidade esportiva foi se tornando a menina dos olhos do sistema. Tornou-se uma espécie de "ópio do povo". O Brasil era o pais do futebol, aliás o único país que praticava essa arte em campo, pois na Europa, os times organizados já usavam a ciência do uso do espaço físico em campo, bem como a distribuição organizada dos atletas, para responderem com mais desempenho. Para os Europeus, o importante seria a vitória e não o esporte em si. A vitória representava lucro, que por sua vez, significava novos investimentos. 

    A técnica Européia se baseava em laçamento de bolas altas, ganhando rapidamente os espaços em campo. Por sua vez, o futebol brasileiro investia na arte individual do drible, fazendo os torcedores delirarem nas arquibancadas. Os grandes representantes dessa modalidade, foram Garrincha, Pele, Rivelino e muitos outros. Apesar desse estilo representar melhor o esporte, estava fadado a superação pelo simples fato de que, o mundo e a arte se preparava para ser englobado no projeto capitalista de que tudo pode ser lucro. O estilo Europeus venceu, e o Brasil aos poucos foi abandonando sua arte em favor do capital. Foi uma forma de sobrevivência do Esporte nacional.

    Com a "criação da FIFA" em mil novecentos e vinte e quatro, se viu o fortalecimento desse esporte na massa proletária de "todo o mundo". E inevitavelmente a participação financeira dos governos interessados em propaganda política. Falar mal da FIFA hoje, ou condenar investimentos com dinheiro do trabalhador, pode destruir qualquer intenção política de um homem. Não é a toa que o orçamento da FIFA para esta copa, está orçado em trinta e oito bilhões. Estamos falando do orçamento oficial que é para Inglês ver. Porém o oficioso...esse o trabalhador não pode ver. Normalmente ele é duplicado ou triplicado.

    Os representantes da burguesia tentam justificar investimentos tão altos, no que eles chamam de Legado da Copa. Ou seja, afirmam que esses eventos trazem toda uma infra-estrutura para a o trabalhador. A prática é diferente. Nos jogos Pan-americanos, a imprensa burguesa divulgou fartamente essa farsa de legado do Pan, e o que vimos no final da contas, no Rio de Janeiro, foi que muito pouco ficou de prático desse investimento vultuoso, e não resta mais nada. Da mesma forma está sendo propagado Legado da Copa. No final das contas, apenas a burguesia sai beneficiada com sua empresas. As empreiteiras são a menina dos olhos dos caciques da política e do capital. Estádios são construídos e reformados sempre com super faturamentos. Rodovias são recapeadas e ou construídas com baixa qualidade, numa maquiagem que não duram dez anos. O importante é o "capital girar". De referência nas mãos da burguesia.

    João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, se referiu aos recurso bilionário como sendo "recursos não contabilizados". Ou seja, recursos oriundo da corrupção. E pasmem, isso é legal!

A ganância da FIFA
    De resto o legado que fica para o proletariado, é o desgosto de volar para casa depois de um pequeno período de euforia, e ver a geladeira vazia. Ir ao mercado e ter que desembolsar três reais  para comprar uma duzia de ovos, que há alguns anos atrás custava sessenta centavos. É ter que enfrentar filas intermináveis para ser atendido num hospital público. É ver seu filho terminar o ensino médio sem saber localizar no mapa do mundo o pais em que mora, devido ao baixo nível do ensino. É esperar por um mísero aumento de salário anual, que logo será devorado pela inflação. Ter que conviver com a violência crescente e proporcional ao aumento pobreza e do desemprego. Conviver também com a violência estatal através do seu braço armado, a policia militar e as forças armadas, como vimos recentemente no Rio de Janeiro.

    De resto, bola no campo e Skol na garganta. Pode ser Antártica, Brahma, Cintra ou quem tiver a propaganda mais arrojada.

    De legado em legado, vive de ilusão o trabalhador. Vive a espera do que não virá, e em sua passividade, ensina a seus filhos a esperar também. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

UMA MENTE BRILHANTE


Ratzinger
Líder católico
ENTRE  A DESILUSÃO E O SONHO

   No ultimo dia 26 de março, o líder da corporação Católica, Joseph Alois Ratzinger ( bento XVI) visitou Cuba. Antes mesmo de sua chegada à Ilha, dirigiu fortes criticas ao sistema politico socialista escolhido pelo povo cubano, logo após a vitoriosa revolução de 1959 que derrubou o ditador  Fulgêncio Batista, apoiado pelos EUA. 
    Em sua crítica à democracia popular cubana, o dirigente católico utilizou de arrogância ao afirmar, que a ideologia marxista "já não corresponde à realidade" e "deve encontrar novos modelos". Fico a considerar sobre qual realidade Ratzinger se referiu. Se a realidade burguesa a que ele representa ou a realidade proletária das massas oprimidas e escravizadas pelo trabalho assalariado. Caso ele tenha se referido a sua própria ralidade e a sua classe, eu até concordo, pois a opulência em que vive com seus iguais é antagônica a realidade da segunda. Que vai de pobre à miserável. 
    Quanto a um "novo modelo" citado, soou mais como uma autocritica, o que eu acredito que não foi, pelo menos deliberadamente. Pois a ciência até hoje só encontrou três modelos de sistemas: O Capitalismo com Adam Smith, cuja máxima retórica do liberalismo diz: "O preço das mercadorias devem descer e os salários devem subir". O que não aconteceu durante duzentos e noventa anos de experiência. Pelo contrário, o que desceu foi a qualidade de vida e subiu a desigualdade e miséria em todo mundo. O segundo sistema, o Anarquismo de Proudhon ainda não foi experimentado. Seria a auto-gestão do homem. Sem governo, baseado na livre consciência. E finalmente o Marxismo, que se divide em duas etapas: O Socialismo e o Comunismo. "De cada qual segundo sua capacidade; a cada qual segundo suas necessidades". 
    Convém lembrar que a ilha Cubana ainda não vive a experiência Comunista, é a penas uma sociedade Socialista. Por esse motivo, eu confesso que não entendi a proposta de mudança. Teria sugerido o avanço para o comunismo, ou a volta da escravidão capitalista à ilha? fico a pensar porque os Cubanos abririam mão do seu desenvolvimento social, e liberdade conquistada a preço de sangue, para retornar a uma experiência fracassada no pais. Seria desejo do dirigente católico o retorno da fome e miséria como no passado? da prostituição generalizada? do analfabetismo em massa? não creio que esse seja um desejo cristão professado pela dita autoridade religiosa. Prefiro pensar que foi um equivoco em sua dialética.
    Joseph Alois Ratzinger  é um homem muito inteligente. Fala seis idiomas enquanto eu mal falo o português. Ele tem formação acadêmica e uma visão de mundo peculiar a função que exerce. Alguns o acusam de Nazista, mas hoje eu prefiro pensar que ele de fato serviu ao exercito de Hitler por ter sido forçado ainda jovem. Acredito que essa não seja sua ideologia. No entanto, ele sabe que não é um santo homem como milhões de fieis imaginam que seja. Ele sabe também que não representa nenhuma divindade mitológica, e que sua função no mundo, hoje, é a mesma dos seus antecessores: Manter a corporação católica no poder e ampliar o domínio da consciência humana, através do medo e da boa fé dos alienados. Por essas e outras, é que ele luta pela derrubada da democracia e liberdade conquistada por cuba e outros povos. Para destruir de vez "um fantasma que ronda não apenas a Europa, mas o mundo. O fantasma do Comunismo". Fantasma esse que ameaça o seu poder, de sua corporação religiosa, e de seus pares.
Karl Marx
Teórico comunista
   São duas mentes brilhantes: Ratzinger e Karl Marx. A diferença entre as duas é que uma representa o velho e ultrapassado, o idealismo capitalista que defende a exploração humana e o escravagismo assalariado. A segunda,  a ciência socialista que desvenda a realidade objetiva do ser, juntamente com o materialismo que o cerca, e o liberta da dependência metafisica do primeiro. As duas mentes, brilhantes, antagônicas, lutam e disputam a consciência entre si. Mas o curso natural da dialética , mostra que em determinado momento do processo, o velho é vencido pelo novo. Como uma folha sem vida que despenca da arvore para dar lugar a uma nova, robusta e viçosas. Espero sinceramente que a mudança sugerida tenha sido para o novo, pois se foi para o retorno do velho, amargaremos um  filme já rodado pela historia, a renovação do movimento dialética do capitalismo. Morrendo os desiludidos e nascendo novos sonhadores. 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O PODEROSO THOR

O Assassino  Thor
filho de Eike Batista
OS RICOS SERÃO PERDOADOS   

    Se bem me lembro, quando eu tinha aproximadamente oito anos, Thor, o Deus do trovão, era o meu super-herói favorito. Fruto da mitologia Nórdica, ele é filho do grande Odin, Deus da guerra, da sabedoria. Senhor de Asgard, seu castelo se chama Valaskjalf.. Odin governa com sua esposa Frigg. Thor era tão respeitado pelos humanos que os próprios Vikings se auto-intitulavam "O povo de Thor". Ele carregava um poderoso martelo, o Mjollnir. Feito pelos Anões, e portava magia. Quando Thor o arremessava contra seus inimigos, ele tinha um impacto de quinhentos mil quilos, e retornava para sua mão em seguida.
    Essas doces recordações da infância, acabam retornando na vida adulta, diante das grandes contradições que nos deparamos dentro da organização social formada pela democracia burguesa. Mitologia á parte, esses Deuses parecem caminhar em nosso meio. O capital, os recria a toda hora,  ele forma e fomenta nosso pensamento e acabamos por traduzir-los em nosso cotidiano. Um exemplo claro disso é o filho do poderoso bilionário Eike Batista, que se considera de fato um Odin, (oitavo homem mais rico do mundo) haja vista que colocou o nome do seu filho com Luma de oliveira de Thor.
    O jovem bilionário não tem la a beleza do Deus do Trovão, muito menos o senso de responsabilidade e justiça esperada de um Deus.  Os veículos de comunicação noticiaram no ultimo dia dezessete de março um assassinato efetuado pelo Thor. Dessa vez não foi com o seu poderoso martelo e sim com um carro Mercedes SLR Mclaren prata. O inimigo? um trabalhador que pedalava pelo acostamento. Wandersom Pereira dos Santos morreu na hora. Ele tinha apenas trinta anos. A lógica pede que dois jovens em um carro acostumados a curtir um som alto, beber e conversar sobre suas aventuras, não tenham atenção suficiente para evitar desastres em momentos cruciais. No entanto.O Jovem "Deus", publicou em seu twitter informações orientadas por advogados afirmando que estava em postura correta ao volante.
O poderoso Thor
filho de Odin
     A imprensa falou que ele era apenas suspeito de atropelamento. A Policia contribuiu permitindo ilegalmente que o carro fosse retirado do local antes da perícia. Foi pedido pela parte, exumação do corpo (porque não se sabe) Bom, comentários à parte, já vimos casos como o de Bruno e Alexandre Pires, também. A democracia de fato existe para quem pode pagar. É assim que funciona o sistema capitalista e não adianta reclamar. Até um Ex-ministro foi contratado para defender o filho de Odin. afinal os Deuses do sistema não podem cair em descredito.
     O que aconteceria se Odin perdesse a confiança do universo? Uma guerra civil com certeza iria se alastrar por Asgard e os subjugados poderiam finalmente assumir o poder com um grito de liberdade.
Existe um conflito na subjetividade do trabalhador. Casos como esses causam indignação. A indignação tem com a revolta uma luta constante pelo domínio da consciência. Uma conciliadora, a outra revolucionária. Só uma delas poderá vencer. A que for mais alimentada. 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A ESTRELA FRIA



Grünter Grass Poeta Alemão
O Que Precisa Ser Dito

    Eu decidi postar hoje uma declaração do intelectual alemão Grünter Grass. No pema ele critica o Sionismo Judaico e o Estado de Israel, pelo confronto com o Irã. O governo Israelense declarou neste dia oito, o Escritor e poeta, "Persona non grata", ao Estado Judeu. Como a tradução do Alemão para o Português, pelo tradutor do Google não é perfeita, foi necessário acrescentar alguns grifos: "Por que eu estou em silêncio, silêncio sobre muito tempo, o que é óbvio, e em simulações foi praticado, como no final da sobrevivência. Estamos na melhor das notas de rodapé.
     Alega-se que no primeiro ataque, de subjugados pelos bullies, que organizou e dirigiu a alegria, de que poderia acabar com as pessoas do Irã, porque, no domínio da construção uma bomba é suspeita. Mas por que eu digo para mim mesmo, nesse país, para não chamar pelo nome, (Israel) Nos anos - embora em segredo - uma capacidade de crescimento nuclear disponível, mas fora de controle. Porque nenhum teste é acessível? (à inspeção internacional)  
    A ocultação geral deste fato, que o meu silêncio tem subordinado, eu me sinto como mentira pesada e sou forçado, a pena em vista, mesmo quando  ignorado. O veredicto de "anti-semitismo" é familiar. Mas agora, porque no meu país, (Alemanha)do crime próprio (Nazismo)que está sem comparação. 

    Vez em quando vai ser procurado, e levado para a tarefa, virar e base puramente comercial, embora com lábio ágil declarado como restituição, (Sionismo) outro U-boat para Israel. Ser entregue a especialidade nele, tudo é ogiva devastadora (Acusação de Israel ao programa nuclear pacifico 
do Irã) pode haver direta, em que a existência de uma única bomba atômica não está provada, quer ser, mas como um medo de valor probatório. Eu digo o que precisa ser dito. Mas por que eu me mantive quieto até agora? Como eu disse, minha informação, que parece está sujeito a falha, proibir isso como uma verdade distinta, fato à terra de Israel, a quem eu estou conectado e quero ficar, sendo o esperado. 
    Por o que eu digo agora, é só tinta envelhecida, e último: O Israel com armas nucleares em risco a paz mundial já frágil? Uma vez que deve ser dito o que o amanhã pode ser tarde demais; também porque - como alemão carregado o suficiente- Fornecedores poderia ser de um crime que é previsível, razão pela qual a cumplicidade nossa, nenhuma das desculpas habituais iria pagar. 
   
E assim, eu mantenho não mais, porque eu era a hipocrisia do Ocidente, estou cansado, também é de se esperar. Pode haver muitos livre de silêncio, a causa do perigo aparente, renunciar à violência; - chamada também insistem -que o controle irrestrito e permanente do potencial nuclear de Israel, e as instalações nucleares iranianas por um organismo internacional, seja aprovado pelos governos dos dois países. 
    Só então, Israelenses e palestinos, e mais, todas as pessoas que trabalham nesta região ocupada pelo delírio, poderão viver perto de seus inimigos, e por perto. E finalmente, para nos ajudar." 


segunda-feira, 26 de março de 2012

AS FEMINISTAS E O JOÃO DE BARRO


O João de Barro mata a
companheira infiel
NO 8 DE MARÇO A NATUREZA 
     RECLAMA O QUE É SEU



   O homem ao longo de sua existência desenvolveu e construiu suas relações observando a natureza e seu movimento dialético. Isso possibilitou a passagem da sociedade de um estágio ao outro, em uma construção de natureza qualitativa; apesar das contradições surgidas pela luta dos contrários, que é o quarto princípio da dialética.
    Pois bem, observando então o comportamento da natureza, a cultura popular construiu a idéia de que o João de barro, ao ser traído pela companheira, bate nela até que ela fuja para dentro de casa, que ambos construíram, e em seguida ele fecha a entrada com barro até ela sufocar e morrer. Este macho, como tantos outros na natureza, incluindo o homem, não aceita a divisão de sua companheira fêmea com outros machos.
    Essa é claramente uma luta dos contrários. Pois enquanto o macho exige fidelidade da fêmea, a sua natureza poligâmica exige muitas fêmeas para sua satisfação e prazer. No contraponto, com a inevitável integração dos povos e a constante exigência de uma produção de subsistência cada vez maior, as mulheres têm sido chamadas a participar da construção social, e por isso passaram a exigir a mesma liberdade. Apesar de ser contrario a sua natureza, elas acreditam que também ter vários parceiros estarão se igualando ao homem. O que discorda a Antropóloga e pesquisadora Mirian Goddenber: ”A mulher sofre muito quando acaba entrando numa relação extra conjugal, afinal elas não querem se dividir entre dois amores; diferentemente dos homens que assumem poderem dar conta de duas relações simultaneamente”. (professora de Antropologia da UFRJ)    
    Essa luta teve seu inicio marcado com a “Queima de Sutiãs”, pelas feministas em setembro de 1968. Elas acreditavam que o concurso Miss América era o uso da beleza feminina para a pura e simples satisfação masculina. Na verdade não chegaram a queimar as peças íntimas que também consideravam uma imposição masculina, bem como os batons e maquiagens, pois os seguranças não permitiram. Particularmente não acredito que o sutiã seja uma imposição masculina, mas uma necessidade para algumas mulheres.
    Não se podem negar as contradições do universo feminino. De um lado mulheres querendo adquirir prerrogativas da natureza masculina, como a feminista Helena Ramirez, até sugerindo para que a mulher se torne igual ao homem, e mude seus hábitos sexuais: “A mulher que se submete a fazer sexo na vexatória posição de quatro, está jogando no lixo décadas de luta das mulheres conscientes... ou seja, não vale porra nenhuma”.  Ainda: “... (devem) optar por ficarem por cima para poderem olhar nos olhos dos homens de igual para igual”.  Do outro lado, no diário de uma mulher, Denise relata: “... Resolveram ser liberadas sexualmente, e no final acabam solitárias, amargas e deprimidas pela sensação de abandono... Conclusão de tudo isso: não queimaram o sutiã de uma maneira mais prudente e se queimaram todas”. Laila Reader escreveu no blog UHB: “na verdade a gente só acumulou funções. Se antes cuidávamos da casa, marido e crianças, agora fazemos tudo isso e ainda trabalhamos 10 horas por dia”.
Feminista Helena Ramirez
    O que as feministas trouxeram para as mulheres ao longo das décadas de luta, foi na verdade um acumulo de funções sociais e ódio dos homens.  Ou seja, a mulher não se libertou, mas busca ansiosamente adquirir os privilégios da natureza masculina enquanto ainda não entendeu a sua própria, muito menos as suas contradições. Pular etapas do desenvolvimento social não trará nem liberdade nem felicidade para elas. As feministas deveriam realinhar o seu norte e saber que a verdadeira liberdade feminina só surgirá com a liberdade do proletariado, e em uma sociedade igualitária, a sociedade socialista, que nascerá de um parto sangrento e doloroso com a morte do capitalismo.